abril 26, 2015

Resenha de "Jogos Vorazes", Suzanne Collins

Oi, galera! Tudo joia com vocês?
Bem, eu vim dar uma passadinha hoje aqui no Literart pra deixar mais uma resenha fresquinha pra vocês. E aí? Quem anima?
De antemão, quero deixar registrado aqui que, se você está procurando por uma história de amor bem fofa e de tom leve, melhor ir ler a resenha de A Aposta saiba que não é do que se trata o livro do qual iremos falar hoje. Não, também não é um livro policial badass. E nada de aliens... bom, quer dizer, isso depende do ponto de vista.
Agora, sem mais enrolações, vou logo apresentar a obra pra vocês.

Titulo original: The hunger games
Título brasileiro: Jogos vorazes
Autora: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Tradução: Alexandre D’Elia



abril 18, 2015

Coleção Escritoras da Granado

Oi, oi, gente! <3
Hoje eu estou aqui para abrir um novo campo de assunto no blog, que vai se voltar para escritores! Porque sim, minha gente, nós somos escritoras! (Fãs, cadê? Tudo bem... parei.)
Nesse post, no entanto, não vou expor alguma experiência, dar alguma dica ou comentar sobre algum tipo de rotina de escrita. Venho falar de algo que a princípio pode soar até estranho:

Esmaltes!

Sim, é isso mesmo. E o melhor: Esmaltes e literatura.
Mas... como?

Bom, durante o ano passado (sei que já é notícia velha, porém fiz uma breve pesquisa e ficou evidente que muita gente ainda não sabe) a Granado (marca de cosméticos) lançou uma linha de esmaltes inspirada em escritoras. As cores levam o primeiro nome da homenageada.




“Romance, drama e suspense se misturam para compor a envolvente coleção de inverno, inspirada em escritoras mundialmente conhecidas”, diz a marca.


Charlotte: esmalte bege acinzentado cremoso. Homenagem a Charlotte Brontë.
Jane: entre um lilás mais claro e um lavanda. Homenagem a Jane Austen.
Emily: violeta bem vivo, cremoso e evidente. Homenagem a Emily Dickinson.
Louisa: tom entre o vinho e o rosa mais escuro. Homenagem a Louisa May Alcott.
Agatha: marrom avermelhado. Homenagem a Agatha Christie.
Virginia: azul marinho mais escuro e cremoso. Homenagem a Virginia Woolf.
Sylvia: esmalte preto cremoso. Homenagem a Sylvia Plath.


 
Jane Austen foi uma proeminente escritora inglesa. A ironia que utiliza para descrever as personagens de seus romances a coloca entre os clássicos, haja vista sua aceitação, inclusive na atualidade, sendo constantemente objeto de estudo acadêmico, e alcançando um público bastante amplo. “Orgulho e Preconceito” é uma de suas obras mais famosas. 


        Além de configurar uma homenagem às escritoras, (a meu ver, até mesmo de um modo geral, e não somente as que têm o nome no potinho) os esmaltes têm suas fórmulas enriquecidas com vitamina E, cálcio e proteína da seda, que fortalecem as unhas. E são livres de tolueno, parabenos, formaldeído, cânfora e DBP, ingredientes que podem causar alergia e o ressecamento das unhas. 
        Ter nas mãos a cor da sua escritora favorita, (providenciando Agatha para já!) talvez seja a inspiração que faltava para sentar a bunda na cadeira e escrever por horas a fio. (Aquele momento em que você deseja que a sua inspiração venha com algo mais barato, como... água. Não, pera...)
     O preço não é tão acessível quanto os demais esmaltes que se encontram em qualquer farmácia e lojas de cosméticos, mas quem sabe o mimo valha a pena, tanto para leitoras, tanto para escritoras? No caso das últimas, se autopresentear depois de concluir um conto que era postergado, ou depois de voltar seriamente para aquele romance abandonado (de mil páginas que estava engavetado há três anos.) pode ser muito recompensador e um estímulo a mais para novos projetos.


abril 10, 2015

Resenha de "A Aposta", Rachel Van Dyken

Olá, pessoal. Como vão vocês? Hoje estou aqui pra trazer uma nova resenha. Sentem-se e fiquem à vontade, porque vou lhes apresentar a obra “A Aposta”, de Rachel Van Dyken.


Titulo original: The bet
Título brasileiro: A aposta
Autora: Rachel Van Dyken
Editora: Suma das Letras
Tradução: Cláudia Mello Belhassof

“Eu tenho uma proposta para você.”
Kacey deveria ter fugido assim que ouviu essas palavras do milionário Jake Titus. Os dois amigos de infância não se viam havia anos, mas, assim que Jake menciona a avó doente, Kacey topa fazer qualquer coisa pela doce velhinha, inclusive fingir que é noiva de Jake por quatro dias.
Mas Kacey não esperava encontrar Travis, o irmão mais velho de Jake. Ela o chama de “Satã” por um motivo: jamais esqueceu como ele a atormentava e provocava quando os dois eram crianças. Porém, quando eles finalmente se reencontraram, o sorriso lindo do rapaz é como uma flechada direto no coração de Kacey.
Mas o que ela não sabe é que os dois fizeram uma aposta quando eram meninos: quem se casasse com ela receberia um milhão de dólares do irmão. Com o passar dois dias, só uma coisa fica clara: jamais deveria ter aceitado a oferta de Jake. Apenas um dos irmãos é o cara certo para ela, e Kacey terá de escolher.

Quer apostar?
— Quero! — zombou Travis. — Aposto. Um milhão de dólares!

E exatamente assim fica selada a aposta acerca de quem vai conquistar o coração de Kacey.
Esse é um trechinho do prólogo, e nele a gente pode enxergar a relação de Jake, Travis e Kacey ainda na infância. Eles eram os melhores amigos do mundo — bom, ao menos Kacey e Jake —, enquanto Travis, bem... ele tinha um jeito todo peculiar de demonstrar interesse pela inimiga mortal amiga de infância. Como jogando pedras em Kacey, puxando seu rabo de cavalo e obrigando-a a dormir com sapos. Mortos.
Anos depois, o modo como Travis age com ela já não é o motivo do sofrimento de Kacey. Numa trágica noite ela perde os pais num terrível acidente e o melhor amigo, Jake, que deixou o posto para se tornar o cara com quem Kacey partilhou sua primeira vez. E foi desastrosa.
Eles não se falaram mais depois do ocorrido, exceto quando Jake pediu para Kacey que fingisse ser sua noiva, em prol da saúde da vovó Nadine que, teoricamente, não poderia deixar este mundo sem a certeza de que o mais novo dos irmãos Titus havia se acertado na vida.
É nessa viagem à casa da família Titus que Kacey reencontra o cara que aterrorizou sua infância. Ela só não contava que Travis fosse estar tão bonito, atraente e, ao modo intrínseco a Travis, tão preocupado e atencioso com Kacey.
Ela descobre por ele sentimentos que antes pareciam impossíveis de existir, mas a consomem com tanta força que chega até mesmo a serem assustadores.
Em “A Aposta” encontramos um pouquinho de tudo: drama, comédia, romance, ciúmes e uma avó nada, mas nada convencional. Vovó Nadine é, de longe, o cupido mais excêntrico que já tive o prazer de conhecer.

Um romance leve, divertido e que pode ser lido em poucas horas. É um bom resumo para o que “A Aposta” representou para mim. Sem dúvida, um ótimo momento de lazer. 

abril 03, 2015

Agatha Christie, O misterioso desaparecimento vai virar filme

Oi, oi, gente! E chegou o dia do meu primeiro post no Literart! \o/

Estou extremamente feliz e orgulhosa pela estreia desse blog tão idealizado e amado e cheiroso demais. E mal via a hora de finalmente postar aqui!

Hoje não teremos uma resenha, (como a maravilhosa feita pela Eve linda semana passada) e sim, uma notícia sobre um novo filme que tem tudo a ver com literatura, afinal de contas, ele vai contar um mistério real da vida de ninguém menos que a “Rainha do crime” a minha querida, amada, idolatrada, Agatha Christie.


Que Agatha Christie (Tia Agatha para os íntimos, o que é o meu caso) foi capaz de criar romances policiais instigantes e surpreendentes não é surpresa ou segredo para ninguém. O que muitas pessoas não sabem é que Agatha foi a estrela principal de um mistério real digno de seus livros, mas que, diferentemente deles, permanece sem solução. O misterioso desaparecimento da Rainha do Crime vai ser transformado em uma trama de filme, intitulado “Agatha”, pela Paramount Pictures.

No dia 3 de dezembro de 1926 Agatha saiu de casa despedindo-se com um beijo em sua filha Rosalind, depois que seu marido Archibald (Archie) Christie pedira o divórcio, confessando que tinha um caso e estava apaixonado por Nancy Neele, além do fato de que pretendia se casar com ela.
O carro de Agatha foi encontrado no dia seguinte, chocado contra uma árvore nas proximidades de um lago. As duas portas do veículo estavam abertas e não havia nenhum sinal dos ocupantes, exceto por um par de luvas e um elegante casaco de pele deixado no banco de trás.
Muitas foram as hipóteses iniciais, desde sequestro, afogamento, até assassinato. Sendo que Archibald, piloto do Corpo Real de Aviadores durante a Primeira Guerra, chegou a ser o principal suspeito no suposto homicídio.
O desaparecimento foi noticiado amplamente pela mídia e contou com uma equipe de busca de 15 mil voluntários (pasmem) e mil policiais. Aviões, mergulhadores e escoteiros buscavam por Agatha. Até mesmo Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock (elementar) Holmes, se envolveu na procura, de uma maneira peculiar: Doyle levou uma das luvas encontradas no carro a um médium para uma análise espiritual.




Dez dias mais tarde ela foi encontrada em um hotel, onde dera o nome de Teresa Neele (SIM, minha gente, o MESMO sobrenome da amante do Archie) sem se lembrar de nada. Sim, isso mesmo. Nada. Quando viu o marido no lobby do hotel com a polícia para o reconhecimento, Agatha o tratou como se fosse seu irmão, e quando mostraram uma foto de sua filha com cabelos curtos, ela pensou se tratar de um menino.


A versão apresentada pela família, na época, foi a de que Agatha Christie havia perdido a memória depois do acidente de automóvel. Mas a própria escritora não desvendou as razões de seu desaparecimento. Agatha buscou ajuda psiquiátrica junto aos melhores especialistas da Europa. Sem chegar a um diagnóstico sobre as razões do desaparecimento e, principalmente, a riqueza de detalhes de como ele havia ocorrido, os médicos indicaram o repouso e a volta ao trabalho como os melhores remédios para a escritora.
A hipótese mais aceita é que a Rainha do Crime sofreu uma amnésia conhecida como “estado de fuga”. A depressão após a morte da mãe - que falecera no início do ano - e o desespero decorrente da crise no casamento, poderiam ter criado um quadro propício para o desenvolvimento desse transe, uma espécie de colapso nervoso que começou depois da batida do carro.
Como todo assunto polêmico, o mistério tem várias explicações alternativas (leia-se: Teorias da conspiração). Algumas pessoas gostam da hipótese de que tudo não passou de um golpe de marketing para vender mais livros, mesmo que Agatha já fizesse muito sucesso e seu livro do ano figurasse entre os mais bem vendidos. Outras teorizam que o desaparecimento naquelas circunstâncias era um plano para acusar o marido Archie de homicídio. Há outra vertente que aponta que a obra “O Retrato”, em que a personagem principal pensa em suicídio após ser abandonada pelo marido, é um relato de Agatha sobre os dias que passou desaparecida. (E aí, já escolheu a sua teoria preferida?)
O projeto do filme está sendo descrito como uma mistura de “Sherlock Holmes” (2009) com “Tudo por uma Esmeralda” (1984). A primeira versão do roteiro foi escrita por Allison Schroeder (“Meninas Malvadas 2″) e, atualmente, o texto está sendo reescrito por Annie Neal. “Agatha” ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos.
Como uma fã de carteirinha da Agatha Christie, já estou morrendo de curiosidade para saber como o fato será relatado, e mal posso esperar por mais notícias sobre esse filme. Espero não demorar a voltar aqui no Literart com a notícia de que ele será lançado em breve! (Sonhar não custa nada hahaha)


Então, é isso! Vejo vocês nesse mesmo local (Né? Diz que sim, diz que sim... Sim?) na semana que vem! Para mais um post sobre livros e literatura!

Um beijo, um abraço e um queijo para vocês! <3



P.s: O mistério já foi trabalhado na série Doctor Who, numa trama envolvendo alienígenas e abelhas gigantes.
P.s.s: O desaparecimento de Agatha já foi retratado também em um filme, em 1979, intitulado “O Mistério de Agatha”. Entretanto, a trama parte de um relato mais ficcional, em que um repórter americano sai ao encalço de Agatha e a encontra em um sanatório prestes a levar adiante um “plano macabro.” (Expressão da sinopse, não minha! Hahaha)



Agatha Mary Clarissa Christie (nascida Agatha Mary Clarissa Miller; Torquay, Devon, Inglaterra, Reino Unido, 15 de setembro de 1890), popularmente conhecida como Agatha Christie, foi uma escritora britânica que atuou como romancista, contista, dramaturga e poetisa. Se destacou no subgênero romance policial, ganhando popularmente, em vida, a alcunha de "Rainha/Dama do Crime" ("Queen/Lady of Crime"). Durante sua carreira, publicou mais de oitenta livros, alguns sobre o pseudônimo de Mary Westmacott.
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