Oi, galera! Tudo joia com vocês?
Bem, eu vim dar uma passadinha hoje aqui no Literart pra
deixar mais uma resenha fresquinha pra vocês. E aí? Quem anima?
De antemão, quero deixar registrado aqui que, se você está
procurando por uma história de amor bem fofa e de tom leve, melhor ir ler a
resenha de A Aposta saiba que não é do que se trata o livro do qual iremos
falar hoje. Não, também não é um livro policial badass. E nada de aliens... bom, quer dizer, isso depende do ponto
de vista.
Agora, sem mais enrolações, vou logo apresentar a obra pra
vocês.
Titulo
original: The hunger games
Título
brasileiro: Jogos vorazes
Autora:
Suzanne Collins
Editora:
Rocco
Tradução:
Alexandre D’Elia
Após o fim da América do Norte, uma
nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão
de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o
resto do carente país é com os Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida
ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de
cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte!
Para
evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece
para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como
sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no
passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder,
morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade.
Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?
“Feliz Jogos Vorazes! E que a sorte esteja sempre com você!”
E é com um quote by Effie Trinket (que eu explico quem é
logo mais!) que começamos a resenha de hoje.
Essa resenha faz aquele tipo desesperador: “E agora, meu Deus? Como eu escrevo tudo
aquilo que senti?”
Bom, eu confesso, só porque acho que isso acontece com
todo mundo, ou pelo menos com a maioria que não entendi a personalidade de
Katniss logo de início. Ela é complexa demais para uma garota de 16 anos. E como
não seria?
Órfã de pai e com uma mãe que se tornou negligente ante a
dor, Katniss assumiu o papel de chefe do lar ainda muito nova e teve que levar
pra casa comida suficiente pra alimentar a mãe, a irmã, Prim, e a si mesma. E
sim, eu sei que disse que essa não era uma história de amor, mas me referia ao
amor romântico. No fundo, é uma história de amor fraternal, com algumas nuances
de amor materno da parte de Katniss com relação à irmã. Afinal de contas,
Katiniss Everdeen ofereceu a si mesma como tributo no lugar na irmãzinha!
Bom, então é assim que as coisas acontecem: ninguém (leia-se
Katniss) espera que o nome de Prim seja sorteado para aquela edição dos Jogos.
É o primeiro ano em que ela concorre a uma passagem pra morte, então, quais são
as chances? Mas no momento em que Effie Trinket sorteia e lê o nome Primrose Everdeen, é quando Katniss
entra em ação, tomando o lugar dela. O nome Peeta
Mellark é o que sai dos lábios de Effie quando ela finalmente sorteia o
tributo masculino e, assim, o time
está completo.
Um time bem estranho, na verdade, se você levar em conta que
Effie (pasmem!) é parte dele. E Haymitch, também conhecido como “uma vez
campeão dos Jogos Vorazes e pertencente ao distrito 12”. Esse homem que
nunca está sóbrio é o responsável por orientar Katniss e Peeta pra que,
assim, só um deles morra na arena. Pode parecer insensível colocar as coisas desse
jeito, mas estou usando um eufemismo. E mesmo com seu jeito todo durão e meio
ébrio (outro eufemismo aqui), Haymitch é também responsável por meio que salvar
a vida de Katniss e Peeta na arena uma ou duas vezes. A mágica dos
patrocinadores!
Obviamente, todo mundo aqui sabe o que faz um patrocinador,
certo? Mas bem, nos Jogos Vorazes, eles podem — e muitas vezes são! — a linha
tênue entre a vida e a morte. São pessoas que torcem por seus tributos
favoritos e os subsidiam para que durem mais tempo na arena. Rola até aposta
pra saber quem vai ser o vencedor, no fim de tudo!
Mas se quer mesmo saber, as chances de Katniss na arena são
até boas. Ela sabe caçar — o que significa que é extremamente boa com arco e
flecha —, escalar árvores e armar arapucas como ninguém. São anos de prática na
floresta pra alimentar a família (mesmo que a prática seja ilegal). Pra isso,
ela conta com seu único melhor amigo, Gale, que talvez — só talvez —
nutra um sentimento que vai além de só amizade.
E falando em chances, hora de falar das do Peeta, mas
isso nem leva muito tempo, porque, né? que são bem escassas, se comparadas
às de Katniss. Ele não tem as habilidades dela, porque ao contrário da jovem
Everdeen, ele não precisava acertar seu jantar com uma flecha. Só assá-lo
mesmo, já que ele é filho do padeiro.
Mas não façam suas apostas, porque ainda é cedo. Peeta e
Katniss surpreendem a todos desde o momento em que põe os pés na Capital. \o/
E, claro, eu acho válido deixar aqui um trecho que define
bem a Katniss, especialmente porque é a visão dela de si mesma. Então aí vai!
“Não sou sempre antipática. Tudo bem, não saio por aí amando
todo mundo que encontro pelo caminho, meus sorrisos não aparecem com
facilidade, mas me importo com as pessoas.”
E é isso aí, pessoal! Espero que tenham curtido a resenha.
*-*
Já leram o livro? Ainda não? Deixem as opiniões de vocês aí
nos comentários, quero saber de tudo, okay?
Beijinhos Literárticos pra vocês. S2

Eu escrevi um comentário muito fofo, mas de alguma forma ele acabou sendo apagado por mim. Tive que respirar fundo inúmeras vezes, mas ainda estou com vontade de socar a tela do meu notebook. Mas ok. É a vida, eu apenas tenho que aceitar.
ResponderExcluirEnfim...
Você me deixou com vontade de reler a trilogia <3
Confesso que no início que eu comecei a ler pensando que era apenas mais uma história de amor "bem fofa e de tom leve" hahaha Também imaginava que seria aquela famosa história da mocinha em perigo sendo constantemente protegida pelo herói. Mas foi tudo ao contrário. É o mocinho em perigo sendo constantemente protegido pela heroína ahahahaha Ok, com exagero e tudo, eu amei isso! Tirar a mulher dessa posição frágil e delicada e colocá-la na liderança é muito amor <3 Muito poder!
Eu também tinha dificuldades com a Kat no início. Ela é tão madura que fica difícil lembrar da sua verdadeira idade.
É tão lindo ver o amor dela e da patinha <3 E de lembrar que... bem, isso não vem ao caso, não é mesmo?
Durante a leitura eu ficava "porra Katniss, agarra logo o Peeta!". Só depois eu me toquei que a história não era sobre isso. Acho até que Suzanne incluiu um pouco de 'romance' para satisfazer o público. Se dependesse totalmente dela, todos terminariam com cabeças cortadas, pernas perdidas e explosões chocantes :v <3
Olá!!!!
ResponderExcluirOlha só... Eu não sei se cheguei a comentar isso mas...
EU BABO UM RIO NAS SUAS RESENHAS!
Sim, eu sei que já cheguei a comentar, mas não me olhe assim, poxa. :/
Finalmente você fez uma resenha de um livro que eu já li, o que significa que por hora não estou ficando mais pobre, produção. Parece inacreditável, mas aconteceu.
No entaaaaaanto, sua resenha fez coisas comigo, e eu meio que quero reler agora. Pode isso? OLHA O QUE VOCÊ FAZ COMIGO, MOCINHA! Mas é sério, eu nem lembro das coisas direito mais, sabe? Deu muuuuita vontade de ler! Mesmo! E como já sei o conteúdo dos próximos posts... Bom... tenho certeza que minha vontade de voltar a Jogos Vorazes vai aumentar e muito ainda! <3
Beijos sua linda, amo esse seu mode on resenhativo! ME ENSINE!
Ansiosa para o próximo post da série!
Beeeijos
Na verdade você nunca disse nada sobre babar um rio. Isso pode ser mesmo bastante coisa. hahahahaah'
ExcluirJogos Vorazes foi mesmo uma surpresa pra mim, porque eu já tinha uma visão meio preconceituosa do que encontrar na obra e, não, eu não queria ler uma nova versão de Crepúsculo. Fiquei feliz que estivesse errada, porque JV passa bem longe disso.
Foi o que descobri com a resenha da Maira, que é a pessoa responsável por me deixar duas trilogias mais pobre. Só que rica culturalmente. hahahahaa'
Espero que continue lendo a trilogia, porque é perfeita. <3
Beijos literárticos.
Ah, que bom que a senhora reconhece que fui eu a responsável por acabar com seu preconceito. E também que eu te deixo culturalmente mais rica, porque, né? No meu blog só leio reclamação ¬¬
ResponderExcluirEntão, sabe que eu descobri que gosto de ler resenhas de livros que já li? É bom ver o que os outros acharam. Mas claro que também tem muito a ver com o fato de ter sido você que escreveu. Vou lá ler a de Em Chamas.
No seu blog não posso ser sincera quanto a isso, pra você não abusar tanto assim. hahaha'
ExcluirE sim. Sou uma pessoa livre de preconceitos (mais ou menos) graças a você. Obrigada.
E você gosta porque sabe que essa resenha só está aqui graças a você, ou seja... hahahaahah Abafa.
Ah, e claro, porque sou a lilou. U_U